José Malaquias
Nasceu em Limoeiro,
Seu pai não tinha dinheiro,
Mas era um trabalhador.
Sempre lhe deu carinho, Comida e amor.
Aos 17 anos saiu para vida viver.
E
começou na vida sofrer.
Foi ser fuzileiro naval,
Onde passou muito mal,
Distante da sua família,
Do carinho e do amor.
Passou a receber ordem
De um cabo, seu superior.
Por isso desanimou e de lá desertou.
Para ele queria mesmo era ser doutor.
Um dia conheceu uma empresa bacana,
Que se chamava Transbrasil
Do doutor Omar Fontana.
Nela passou 12 anos,
Onde ganhou muito dinheiro
E
conseguiu estudar, fez uma faculdade
Mas não chegou terminar,
Pois conheceu Edileuza
Com quem inventou de casar.
Conheceu os correios onde também foi trabalhar.
Foi transferido para Natal, cidade boa e tranqüila.
Ficou só na Transbrasil, empresa boa e querida.
Do primeiro casamento teve um casal,um rapaz e uma
moça.
O
seu segundo casamento deveria ser narrado,
Pois ele casou com sua primeira namorada,
Com quem teve uma filha muito amada.
Da Transbrasil foi despedido e ficou meio perdido
sem saber o que fazer.
Mas conseguiu trabalhar na empresa Rodoviário Ramos.
Nela passou 7 anos, veio para Caruaru.
Aqui da Ramos foi para Itapemirim.
Nela passou 4 anos , mas foi obrigado a sair.
Abriu sua própria empresa onde hoje trabalha feliz,
E
quando nada tem para fazer, escreve sem saber e
acaba de fazer vários cordéis interessantes, mas os
mais importantes foram: O peido; o pobre rapaz; O
pobre sem dinheiro; O diabético. O seu nome é José
Malaquias Vilar Gomes.
Texto feito por Tatiana Dantas do 3º NM A da Escola
estadual de Caruaru
Outubro de 2006.